O mês está repleto de concertos especiais com Clamor Pela Paz, apresentação da Orquestra Sinfônica Municipal ao lado do Coral Paulistano, nos dias 04, sexta-feira, às 20h, e 05, sábado, às 17h, na Sala de Espetáculos. No dia 11, sexta-feira, às 20h, e dia 12, sábado, às 17h, na Sala de Espetáculos, a Orquestra Sinfônica Municipal apresenta Harmonias Celestiais, com a participação da harpista Jennifer Campbell.
Orquestra Sinfônica Municipal. Foto: Larissa Paz.
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Sob regência do maestro Roberto Minczuk, a Orquestra Sinfônica Municipal ao lado do Coral Paulistano, apresentam Clamor Pela Paz, o concerto conta com a participação da violinista Fernanda Krug, o baixo Savio Sperandio e o narradora Tuna Dwek. O repertório terá Sinfonia nº7, II. Allegretto, de Ludwig Van Beethoven, Para o funeral de um soldado de Lili Boulanger, Um Sobrevivente de Varsóvia de Arnold Schönberg, entre outros. As apresentações acontecem no dia 04, sexta-feira, às 20h, e dia 05, sábado, às 17h, na Sala de Espetáculos. Os ingressos variam de R$10 a R$70, a classificação livre e a duração de 90 minutos, já com intervalo.
Camerata da Orquestra Experimental de Repertório. Foto: Larissa Paz.
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No dia 11, sexta-feira, às 19h, na Sala do Conservatório da Praça das Artes, a Camerata da Orquestra Experimental de Repertório, sob regência Leonardo Labrada, apresenta Solos Insólitos, com a participação de César Petena, na viola caipira e viola de cocho, Giovana Carcanholo, no piccolo e Leonardo Lima e Daniel Mengarelli, nos contrabaixos. Para o primeiro o concerto da série Cameratas da Orquestra Experimental de Repertório, a proposta foi trazer solistas e instrumentos inusitados. Sendo assim, conta com os dois extremos da orquestra como solistas, o mais agudo das madeiras bem como o mais grave das cordas, Piccolo e Contrabaixo. Na escolha das obras para estes instrumentos estão dois compositores bastante conhecidos, porém não as obras, Bottesini e Vivaldi.
O repertório terá Delírios Licantrópicos de uma viola selvagem para viola caipira e cordas, de Matheus Bitondi, Concerto para piccolo e orquestra em Dó Maior, RV 443, de Antonio Vivaldi, entre outros. Os ingressos custam R$35, a classificação é livre e duração de 40 minutos, sem intervalo.
Também no dia 11, sexta-feira, às 20h, e dia 12, sábado, às 17h, na Sala de Espetáculos, a Orquestra Sinfônica Municipal apresenta Harmonias Celestiais, com a participação da harpista Jennifer Campbell. A regência é de Priscila Bomfim, maestra assistente da Orquestra Sinfônica Municipal, que assumiu o cargo em janeiro de 2025. Nascida em Braga, Portugal, onde iniciou seus estudos musicais, Priscila é Mestre em piano pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, e possui um relevante trabalho de leitura à primeira vista ao piano. Em sua formação, participou de masterclasses com renomados maestros, como Neeme Järvi e Paavo Järvi. Além de seu reconhecido trabalho como pianista, Priscila tem desenvolvido ampla carreira como regente, realizando concertos com as principais orquestras sinfônicas do país, como a Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do RJ.
O repertório terá grandes nomes da composição, como Camille Pépin, uma das jovens compositoras de maior destaque da França na atualidade. O Concerto Henriette Renié será interpretado por Jennifer Campbell, exímia solista escocesa, vencedora de prêmios internacionais e que, desde 2014, é harpista solista da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo, entre outras obras. Os ingressos variam de R$10 a R$70, a classificação é livre e a duração de 90 minutos, sem intervalo.
Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. Foto: Larissa Paz.
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Por fim, dia 17, quinta-feira, às 20h, na Sala do Conservatório, Quarteto Convida Paulo Braga. Com Betina Stegmann e Nelson Rios, violinos, Marcelo Jaffé, viola e Rafael Cesario, violoncelo e a participação do pianista Paulo Braga. O repertório terá Valsas de Arrigo Barnabé em arranjos especiais para quarteto e piano. Os ingressos custam R$35, a classificação é livre e a duração de 60 minutos, sem intervalo.
Mais informações disponíveis no site.
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SOBRE O COMPLEXO THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO
O Theatro Municipal de São Paulo é um equipamento da Prefeitura da Cidade de São Paulo ligado à Secretaria Municipal de Cultura e à Fundação Theatro Municipal de São Paulo.
O edifício do Theatro Municipal de São Paulo, assinado pelo escritório Ramos de Azevedo em colaboração com os italianos Claudio Rossi e Domiziano Rossi, foi inaugurado em 12 de setembro de 1911. Trata-se de um edifício histórico, patrimônio tombado, intrinsecamente ligado ao aperfeiçoamento da música, da dança e da ópera no Brasil. O Theatro Municipal de São Paulo abrange um importante patrimônio arquitetônico, corpos artísticos permanentes e é vocacionado à ópera, à música sinfônica orquestral e coral, à dança contemporânea e aberto a múltiplas linguagens conectadas com o mundo atual (teatro, cinema, literatura, música contemporânea, moda, música popular, outras linguagens do corpo, dentre outras).
Oferece diversidade de programação e busca atrair um público variado. Além do edifício do Theatro, o Complexo Theatro Municipal também conta com o edifício da Praça das Artes, concebido para ser sede dos Corpos Artísticos e da Escola de Dança e da Escola Municipal de Música de São Paulo.
Sua concepção teve como premissa desenhar uma área que abraçasse o antigo prédio tombado do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo e que constituísse um edifício moderno e uma praça aberta ao público que circula na área.
Inaugurado em dezembro de 2012 em uma área de 29 mil m², o projeto vencedor dos prêmios APCA e ICON AWARDS é resultado da parceria do arquiteto Marcos Cartum (Núcleo de Projetos de Equipamentos Culturais da Secretaria da Cultura) com o escritório paulistano Brasil Arquitetura, de Francisco Fanucci e Marcelo Ferraz.
Quem apoia institucionalmente nossos projetos, via Lei de Incentivo à Cultura: Nubank, Bradesco, IGC Partners, Lefosse, Banco Daycoval e Grupo Splice. Pessoas físicas também fortalecem nossas atividades através de doações incentivadas.
SOBRE A SUSTENIDOS
A Sustenidos é uma organização referência na concepção, implantação e gestão de políticas públicas na área cultural. Atualmente, é gestora do Complexo Theatro Municipal de São Paulo, do Conservatório de Tatuí e do Musicou, além dos projetos especiais: MOVE e BIG BANG. De 2004 a 2021, também foi gestora do Projeto Guri, maior programa sociocultural brasileiro. Eleita pelo prêmio Melhores ONGs a Melhor ONG de Cultura em 2018 e uma das 100 Melhores ONGs do Brasil em 2022, a Sustenidos conta com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, de prefeituras, empresas e pessoas físicas.